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Anotações, com conceitos, de estudos sobre Linguagem e escrita

A linguagem existe para comunicar. E comunicar é essencial, porque é, antes de tudo, uma prática social. Para que a comunicação aconteça de forma eficaz, dois elementos são fundamentais:  intenção comunicativa  e o  funcionamento dos elementos da comunicação . Linguagem e Interacionismo Sociodiscursivo (ISD) Segundo o  Interacionismo Sociodiscursivo (ISD) , o discurso é compreendido como prática ou processo de linguagem. O  texto  carrega o sentido e é sempre  materializado e construído socio-historicamente . A linguagem funciona como uma  ponte entre o sujeito e o mundo , sendo esse sujeito inevitavelmente afetado por seu  lugar social . Tipos e Gêneros Textuais Tipos Textuais Cada tipo textual possui uma estrutura característica e uma finalidade comunicativa específica: Descritivo Injuntivo   Dissertativo Argumentativo Dissertativo Expositivo Narrativo Gêneros Textuais Os gêneros textuais são formas concretas de uso da linguagem. Algun...
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Resenha despretenciosa sobre os melhores EPS que eu ouvi este ano - parte 1

Vou fazer uma primeira analise dos EPS que eu ouvi em 2025. Essa analise não é focada em critérios técnicos, mas no meu gosto musical duvidoso. Vamos lá: EP - KALLEDY - LINK DO ZAP     Link do Zap  foi uma surpresa agradável. Comecei odiando, mas fui ouvindo e, aos poucos, passei a gostar. A faixa que mais me chamou atenção foi  "Nunca Mais Vou Ser CLT" . Ela transmite uma sensação que só quem já trabalhou em uma escala 6x1 consegue entender — especialmente se começou a fumar para  "tankar"  a realidade iminente. Em seguida, destaque para  "Presente de D" , que foi uma combinação de fatores de identificação para mim.Agora, a faixa  "Antes"  também é uma das minhas favoritas, assim como  "Oceano" ,  "Memórias Póstumas de um Herói"  e  "Lágrimas no Celular"  — essas foram as músicas em que mais consegui sentir quem é  Kalledy  neste EP. Não que as primeiras que mencionei não transmitam a essência do artista po...

Colcha de Retalhos

Ao contrário da escrita acadêmica, a literatura não exige que você cite referências constantemente, indicando metodicamente quem, quando e onde foram mencionadas. Na literatura, as referências estão lá, incorporadas à obra, como parte intrínseca dela. Cabe ao leitor colher as sementes dessas referências, num trabalho de descoberta e interpretação. Um termo que faz morada em mim desde que o ouvi é o de “aparato cultural” . Conheci essa expressão em 2017, durante uma aula de Fundamentos da Linguagem Visual no curso de Artes Visuais. O objetivo da professora ao citar tal termo era o de ensinar um grupo de calouros como analisar uma imagem, identificando as possíveis referências que o artista utilizou para compor a obra. Refletindo sobre essa construção de sentidos, lembrei-me das colchas de retalhos que minha avó fazia. Eram feitas de tecidos que, por vezes, não combinavam entre si, mas que eu reconhecia em casas de outros parentes, com formas e funções diferentes. Ali tinha uma narrativ...

Devaneios sobre Arte

Para mim o que é a arte, é uma ideia difícil de se conceituar, pois acho algo complexo, mas, uma fala me chamou a atenção: “arte é expressão”. Essa frase foi para mim, além do catalizador para esse texto, algo simplório. Dessa forma eu vou explicar o meu ponto ao longo de uma coletânea de textos, este sendo o primeiro deles. Para que fique claro o que quero pontuar é necessário construir uma linha de pensamento. Assim parto da seguinte pergunta norteadora para isso: “Afinal, o que é arte?”. Vou começar afirmando que a arte nunca foi ou será uma coisa só, ela também esta presente na história humana há um bom tempo. Ao colocar a arte como expressão, a limitamos, pois ao conceituarmos a arte como expressão esperamos a identificação do outro. A arte colo expressão coloca na como a comunicação da pessoalidade do sentimento do artista para o mundo, a fim de provocar um sentimento na pessoa a se relacionar com a obra, ou seja, limita a arte espectador sentir uma emoção ou identificação com a ...

“O Cara que Estou a Fim Não É um Cara?!” - Musicas, girls in love e desenvolvimento pessoal

  “O Cara que Estou a Fim Não É um Cara?!”  Musicas, girls in love e desenvolvimento pessoal Vou resenhar um mangá GL (Girls Love) como primeiro post, pois essa obra foi uma indicação da minha maravilhosa e linda amiga Rafa. Eu nem sabia que ela estava sendo publicada no Brasil, mas, por acaso, encontrei o volume na livraria e não resisti: comprei na hora! Antes de compartilhar minha opinião, acho interessante trazer a sinopse da editora NewPop sobre a obra:“ Aya é uma garota do ensino médio que está muito interessada em um ‘moço’misterioso que trabalha em uma loja de CD. Porém, esse rapaz misterioso na verdade era Mitsuki, sua colega de classe que tenta viver invisível como o ar. Um amor que se desenvolve com rapidez, a partir de um encontro impossível e caminha para…” “Ki ni Natteru Hito ga Otoko Janakatta”  ou, em português,  “O Cara que Estou a Fim Não É um Cara?!” , é um mangá de dinâmicas leves e bem cativantes. A história te envolve facilmente, espec...